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Cuiabá

Novo plano prevê construção de 10 mil casas com eficiência térmica em Cuiabá

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Cuiabá

O novo Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Cuiabá, apresentado pelo prefeito Abilio Brunini, prevê a construção de 10 mil novas moradias com exigência de eficiência térmica como padrão obrigatório, dentro de até 10 anos. A proposta coloca a qualidade de vida no centro da política habitacional e estabelece critérios como o uso de paredes isotérmicas e soluções arquitetônicas adaptadas ao clima da capital.

A iniciativa estabelece critérios obrigatórios para novos projetos habitacionais, como o uso de paredes isotérmicas, melhor ventilação e materiais que reduzam o calor dentro das residências. A medida também inclui tanto a construção de casas quanto a oferta de lotes urbanizados, com meta já em andamento, cerca de 1.500 unidades estão em execução.

Segundo o prefeito, a proposta surge como uma resposta a modelos considerados inadequados para a realidade local, especialmente em habitações de interesse social.

“Eu recebi uma empresa que veio apresentar um projeto de casas construídas em 20 dias, com placas de concreto. Parece bom, mas não funciona para Cuiabá. O concreto absorve e transfere muito calor. Uma casa assim vira um inferno, com pé-direito baixo e sem possibilidade de adaptação. Habitação de interesse social não pode ser tratada como algo de baixa qualidade. Não é assim”.

O prefeito destacou que o município vai exigir padrões mínimos de conforto térmico, mesmo que isso represente custos maiores para as construtoras.

“O que queremos são casas com paredes isotérmicas, ventilação cruzada, pé-direito mais alto e telhas adequadas. Pode até ser mais caro, mas é qualidade de vida. Por isso, será obrigatório ter eficiência térmica nos novos projetos habitacionais em Cuiabá. A meta é chegar a 10 mil moradias, incluindo casas e lotes urbanizados”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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