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Saúde

Prefeita Flávia Moretti acompanha mutirão do DAE-VG para combate a vazamentos no Grande Cristo Rei

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Saúde

As frentes de serviço foram concentradas nos bairros Construmat, Alameda e Bairro da Manga, mobilizando diversos servidores, máquinas e equipamentos

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) realizou, nesta quinta-feira (09), mais um grande mutirão de combate a vazamentos na região do Grande Cristo Rei. A ação contou com a presença da prefeita Flávia Moretti, que acompanhou de perto os trabalhos e verificou in loco a atuação das equipes técnicas.

As frentes de serviço foram concentradas nos bairros Construmat, Alameda e Bairro da Manga, mobilizando diversos servidores, máquinas e equipamentos. Durante o mutirão, as equipes atuaram simultaneamente em diferentes pontos, realizando a identificação, escavação e reparos dos vazamentos, além de serviços de manutenção preventiva na rede de distribuição.

A iniciativa integra a força-tarefa que o DAE-VG vem intensificando nos últimos dias, com o objetivo de reduzir perdas de água, melhorar a pressão na rede e garantir maior regularidade no abastecimento para a população.

A prefeita Flávia Moretti reforçou a importância de acompanhar de perto as ações e garantir que os serviços cheguem com eficiência à população. Durante a visita, ela observou os procedimentos realizados pelas equipes e conversou com servidores sobre as demandas da região. “Estamos diminuindo as percas por meio dos vazamentos em vários bairros, assim fazendo com que a água vá realmente para as casas dos nossos munícipes”, disse a prefeita.

O presidente do DAE-VG, Rogerinho da Dakar, destacou que o trabalho é contínuo e prioritário para a melhoria do sistema de abastecimento em toda a cidade. “Estamos com várias frentes de trabalho atuando ao mesmo tempo. Nosso compromisso é reduzir vazamentos, melhorar a pressão da água e levar mais eficiência ao abastecimento. Esse mutirão na região do Grande Cristo Rei é mais uma ação concreta do DAE-VG para atender a população com mais agilidade e qualidade”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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