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Saúde

Equipe técnica avalia in loco execução de obras em unidades municipais  

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A equipe percorreu hoje (8) três CMEIs na região do grande Cristo Rei: CMEI “Eleuza Maria de Souza Santos, CMEI ‘Heróclito Leôncio Monteiro’, e o CMEI ‘São Domingos Sávio’

Para garantir que projetos sejam executados dentro dos padrões técnicos, orçamentários e de qualidade exigidos, a equipe de engenharia da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande (SMECEL) tem realizado visitas técnicas sistemáticas para acompanhar de perto cada etapa das obras.

Nesta quarta-feira (8), a equipe percorreu três Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) na região do grande Cristo Rei: O CMEI “Eleuza Maria de Souza Santos, que está com obras de reforma e ampliação, o CMEI ‘Heróclito Leôncio Monteiro’, que está recebendo obras de reforma e o CMEI ‘São Domingos Sávio’, onde foi construído uma fossa séptica.

“Realizamos diariamente visitas periódicas nos canteiros de obras para verificar a evolução dos trabalhos e as conformidades na execução dos projetos. Esse acompanhamento é necessário para assegurar que a construção avance dentro do cronograma, e também, um momento para conversar com os operários tirar dúvidas e ouvir sugestões”, explicou a engenheira civil Ana Paula Botelho da Silva.

A engenheira destaca ainda que durante as visitas a equipe faz registros fotográficos que valida cada etapa, e também produz relatórios técnicos que servem como base para as tomadas de decisões, planejamento estratégico e emergencial e de comunicação interna.

Uma das determinações da secretária Maria Fernanda Figueiredo é que as obras em execução sejam concluídas dentro dos prazos estabelecidos. Ela mesmo ao assumir a Pasta percorreu algumas unidades para verificar in loco a execução dos serviços.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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