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Saúde

Roda de conversa com artesãs de Limpo Grande reforça diálogo entre gestão e comunidade

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Saúde

Visitas estão sendo realizadas para conhecer realidades pontuais e promover uma escuta ativa junto à população escolar

A prefeita Flávia Moretti (PL) e a secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, se reuniram – na manhã desta quarta-feira (7) – com as redeiras da comunidade de Limpo Grande. A visita ao Centro Cultural ‘Neide Clemente Lemes’ teve objetivo de promover uma roda de conversa em meio às peças únicas produzidas, de forma 100% artesanal, pelas artesãs. Além de criar vínculo com as mulheres que mantém viva toda a tradição de Várzea Grande, a visita estreitou o diálogo entre gestão e comunidade e ainda serviu de oportunidade para apresentar a nova titular da Educação e ouvir as demandas da comunidade local.

“Sou uma apaixonada pelos trabalhos confeccionados pelas artesãs, tanto que deixo no carro um xale que faço questão de usar em eventos oficiais e também no dia a dia. Aqui, além das redes que são conhecidas mundialmente, são produzidas diversas peças e para todos os gostos”, destacou a prefeita. A prefeita lembrou que durante sua posse usou um xale confeccionado em Limpo Grande.

A secretária de Educação disse que desde que assumiu a pasta está mantendo um ciclo de visitas nas unidades escolares, e também nos espaços culturais do Município. “A Associação das Redeiras de Limpo Grande tem um papel importante no artesanato local, e vem contribuído, de forma excepcional, na divulgação do município de Várzea Grande e na perpetuação de sua cultura e tradição. Nesta primeira visita, como titular da Educação, quero reforçar o nosso apoio e a parceria com a instituição”.

A comunidade de Limpo Grande tem se destacado não somente pelas belezas das redes fabricadas no local – e que estão sendo difundidas no mundo inteiro – mas pela tradição do tear Manuel que é passada de mãe para filhas. “É importante manter essa tradição e essa gestão tem procurado fortalecer esses laços, tanto que a prefeita Flávia Moretti está sempre presente na localidade, e hoje também fez questão de me acompanhar nesta visita”, acrescentou Maria Fernanda.

UNIDADE ESCOLAR – Além da Associação das Redeiras, a prefeita Flavia Moretti e a secretária Maria Fernanda também visitaram a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Professora Euraide de Paula’, ouvindo as demandas e identificando os pontos que precisam melhorar. “Estamos percorrendo todas as unidades escolares, conversando com os diretores, alunos e comunidade escolar, numa escuta ativa. Estamos atentas às demandas e trabalhando para ajustar todos os pontos. Queremos uma educação de qualidade e vamos trabalhar para que isso aconteça. Essa é a nossa missão”.

O vereador Charles Caetano também esteve presente nas agendas realizadas na comunidade de Limpo Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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