Saúde
GMVG e órgãos municipais reforçam fiscalização contra poluição sonora
Saúde
Saldo da ação: 96 pessoas e seis veículos foram abordados, uma pessoa foi detida por desacato e cinco notificações de trânsito, três notificações da Vigilância Sanitária, duas notificações da Gestão Fazendária Municipal, uma notificação da Secretaria de Meio Ambiente, quatro notificações e uma advertência do Conselho Tutelar
A Guarda Municipal de Várzea Grande coordenou mais uma edição da Operação Sossego Azul, realizada para coibir a poluição sonora, garantir a ordem pública e assegurar a segurança da população, nesse último fim de semana.
Conforme a GMVG, foi realizada a fiscalização em quatro estabelecimentos comerciais, sendo que 96 pessoas e seis veículos foram abordados. Durante a fiscalização, uma pessoa foi detida por desacato e cinco notificações de trânsito foram emitidas, três notificações da Vigilância Sanitária, duas notificações da Gestão Fazendária Municipal, uma notificação da Secretaria de Meio Ambiente, quatro notificações e uma advertência do Conselho Tutelar.
O comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos, pontua que as ações fiscalizatórias tiveram como foco o cumprimento das normas sanitárias, ambientais, fazendárias e de postura municipal, garantindo que os estabelecimentos funcionassem dentro da legalidade.
“O número expressivo de abordagens reforça o compromisso das equipes com a redução de riscos e a garantia da tranquilidade pública. As ações integradas e coordenadas dos órgãos cumpriram integralmente seus objetivos, reforçando o compromisso de todos os agentes envolvidos com a manutenção da ordem pública e o bem-estar da comunidade. A atuação entre as forças de segurança e os órgãos de fiscalização demonstraram eficiência, garantindo respostas mais rápidas, maior sensação de segurança e redução de práticas irregulares, especialmente aquelas relacionadas”, disse Lemos.
Além da Guarda Municipal, participaram da ação: Secretaria de Gestão Fazendária de Várzea Grande; Secretaria Municipal de Serviços Públicos; Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável; Secretaria Municipal de Saúde, Conselho Tutelar e Polícia Militar.
O munícipe, caso tenha alguma denúncia, pode acionar a Guarda Municipal pelo número 153.
Galeria de Fotos (4 fotos)
Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
-
Economia6 dias atrásVivência nas quadras inspira criação do Pró Torneios
-
Economia6 dias atrásPitney Bowes Brasil e Clique Retire oficializam parceria
-
Economia6 dias atrásRegispel lança marketing sensorial de cereja no Royal
-
Cáceres2 dias atrásJustiça Eleitoral – Encerra-se nesta terça-feira prazo para que candidatos e partidos apresentem prestação de contas
-
Economia2 dias atrás99Food estreia em Florianópolis e amplia mercado de delivery
-
Justiça7 dias atrásFachin devolve relatoria do caso do INSS a Mendonça e mantém Master
-
Justiça6 dias atrásJustiça manda Meta excluir posts sobre demissão por voto político
-
Política7 dias atrásEBC conclui republicação de conteúdos após período de defeso eleitoral
