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Saúde

Pedal da Guarda reúne quase 200 ciclistas em homenagem às mulheres

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Saúde

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), participou, na noite dessa quinta-feira (26), do pedal da Guarda Municipal em homenagem ao mês da mulher. Conforme a Guarda Municipal de Várzea Grande (GM-VG), 200 ciclistas participaram do evento, que já faz parte do calendário da cidade. O pedal acontece toda quinta-feira com concentração às 19h30 no Paço Municipal.

A prefeita destacou a importância da ação para conscientização na saúde, na segurança pública e na integração social.

“Eu amo pedalar e sempre que há espaço na agenda venho para o Pedal da Guarda. Venha, participe e conheça o nosso Pedal da Guarda. Estamos esperando todos vocês”, disse Flávia Moretti.

O comandante da Guarda Municipal, o inspetor GM Juliano Lemos, parabeniza todas as mulheres.

“Sabemos que através do ciclismo conseguimos alcançar saúde e qualidade de vida e o Pedal da Guarda é o Pedal da Família. É uma forma de integração, pois há ciclistas que participam que moram em municípios circunvizinhos como Cuiabá e Nossa Senhora do Livramento”, disse Juliano Lemos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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