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Saúde

Manutenção em adutora pode afetar abastecimento em nove bairros de Várzea Grande

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Saúde

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) informa que está realizando manutenção na adutora do bairro São Simão, com o objetivo de melhorar o sistema de distribuição e garantir maior eficiência no abastecimento de água na região.

Durante a execução dos trabalhos poderá ocorrer intermitência no fornecimento de água em alguns bairros do Município. As regiões que podem ser afetadas são: Paiaguás, Marajoara II, Itororó, Asa Branca, Asa Bela, Eldorado (próximo ao Itororó), São Simão, Ouro Verde e Colinas Verdejantes.

De acordo com o DAE/VG, as equipes técnicas já estão mobilizadas e trabalham para concluir a manutenção com a maior brevidade possível. A previsão é que o abastecimento seja normalizado gradativamente até sábado, dia 28 de março.

A autarquia destaca que a intervenção é necessária para garantir melhorias no sistema e reforça a importância do uso consciente da água durante o período, principalmente por parte dos moradores das regiões afetadas.

O DAE/VG segue atuando de forma contínua para melhorar a infraestrutura e ampliar a eficiência do abastecimento de água em Várzea Grande, priorizando ações emergenciais e manutenções preventivas para reduzir impactos à população.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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