Cáceres
Mutirão de Otorrino tem vagas esgotadas no dia 26 e abre nova chance para atendimento de mais pacientes no dia 27
Cáceres
A Prefeitura de Cáceres, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza nos dias 26 e 27 de março um grande mutirão de consultas e exames em otorrinolaringologia no Centro de Especialidades Médicas (CEM). A ação já demonstra forte adesão da população, onde as 250 vagas disponibilizadas para o dia 26 foram totalmente preenchidas.
Agora, a Secretaria faz um alerta importante, pois ainda restam cerca de 70 vagas para o dia 27, destinadas a pacientes que não foram localizados devido a dados cadastrais desatualizados.
O secretário municipal de Saúde, Cláudio Henrique Donatoni, faz um chamamento direto à população.
“Quem já tem pedido médico protocolado na Secretaria de Saúde e ainda não foi comunicado, precisa procurar imediatamente o setor de regulação para retirar a guia e garantir o atendimento no dia 27. Essa é uma oportunidade importante para sair da fila de espera”, destacou Donatoni.
O mutirão tem como objetivo reduzir e até zerar a demanda reprimida na especialidade, garantindo mais agilidade e acesso à saúde para a população cacerense. A ação integra um conjunto de estratégias da gestão municipal para dar mais eficiência ao atendimento especializado.
Cláudio Henrique observa que quem ainda aguarda atendimento e não foi chamado, deve agir rápido e procurar a regulação. “Ainda dá tempo de garantir uma das vagas 70 vagas restantes do dia 27”, anunciou.
Para organização dos atendimentos, o Call Center da regulação está entrando em contato com os pacientes já cadastrados. No entanto, a Secretaria reforça que manter os dados atualizados no Cartão SUS é fundamental, especialmente telefone, para facilitar esse contato.
A prefeita de Cáceres, Eliene Liberato Dias, reforçou o compromisso da gestão com a saúde pública. “Estamos trabalhando com planejamento e responsabilidade para garantir que as pessoas tenham acesso mais rápido e digno ao atendimento. Sabemos da importância desse cuidado e seguimos avançando para melhorar cada vez mais a saúde em Cáceres”, afirmou.
Esdras Crepaldi / DRT 940 MT
Cáceres
Alunos da Escola Municipal Dom Máximo vivenciam saberes e sabores da cultura cacerense em aula de campo na casa da Dona Regina
Estudantes dos 1º anos da Escola Municipal Dom Máximo Biennés participaram de uma aula de campo voltada ao conhecimento e à valorização da cultura local. A atividade levou as crianças até a casa de Dona Regina, conhecida pela produção tradicional do bolo de arroz, proporcionando um encontro entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e os saberes preservados pela comunidade.
A ação integra o Projeto Regiões do Brasil, desenvolvido pela escola. Dentro da proposta, as turmas dos primeiros anos estudam a Região Centro-Oeste, conhecendo suas características geográficas, culturais e tradições. Com a visita, esse aprendizado ganhou forma e sabor, aproximando os estudantes da história e da cultura presentes no próprio território onde vivem.
Participaram da atividade as turmas do 1º Ano A, da professora Marta Norberta; 1º Ano B, da professora Márcia Aparecida Destácio; 1º Ano C, da professora Nilma da Silva Oliveira; 1º Ano D, da professora Katiane Santana; e 1º Ano F, da professora Maria Luciana Rodrigues.
A diretora Ivoneide Assunção apoiou a realização da proposta e destacou a importância de proporcionar às crianças o contato direto com manifestações da cultura cacerense, que envolvem não apenas a culinária, mas também histórias familiares, memórias, modos de fazer e conhecimentos transmitidos entre gerações.
A experiência também está alinhada às ações de Educação Patrimonial desenvolvidas na Rede Municipal de Ensino, que reconhecem o território e os saberes da comunidade como importantes fontes de aprendizagem. Nessa perspectiva, o patrimônio vai além de prédios, monumentos e objetos históricos, estando presente também nas práticas, narrativas, conhecimentos e tradições preservadas pelas pessoas.
Durante a visita, Dona Regina compartilhou com as crianças a história de sua relação com o bolo de arroz. Ela contou que aprendeu os primeiros ensinamentos sobre o preparo da iguaria com a mãe e a avó, recordando o tempo em que, ainda muito jovem, ajudava a triturar o arroz no pilão.
O próprio ambiente onde a tradição continua sendo mantida se transformou em espaço de aprendizagem. O forno a lenha, as grandes panelas e assadeiras, o preparo dos bolinhos e as histórias contadas por Dona Regina mostraram às crianças que uma receita pode guardar muito mais do que ingredientes e técnicas culinárias: pode carregar memórias, relações familiares, modos de viver e a identidade de uma comunidade.
Para o assessor pedagógico da escola, professor Adson Seba, a experiência mostra as possibilidades de aprendizagem existentes quando a escola se aproxima do território. “A escola não precisa olhar para longe para encontrar conhecimentos importantes. Quando as crianças conhecem pessoas como Dona Regina e compreendem o que existe por trás de uma tradição como o bolo de arroz, elas começam também a reconhecer o valor da cultura do lugar onde vivem.”
O assessor pedagógico professor Lucas Mateus Faria Silva, que acompanha as ações de Educação Patrimonial da Rede, acrescentou que iniciativas como essa ampliam a compreensão das crianças sobre o conceito de patrimônio. “Educação Patrimonial também é reconhecer os saberes das pessoas que fazem a história da nossa cidade. O bolo de arroz envolve memória, trabalho, identidade e transmissão de conhecimentos.”
A aula de campo ampliou os conteúdos trabalhados anteriormente em sala de aula e aproximou os estudantes da cultura regional. Conforme registrado pelas professoras, mais do que aprender como o bolo de arroz é preparado, as crianças puderam compreender que cada receita também carrega histórias, memórias, trabalho, identidade e tradição.
A secretária municipal de Educação, Luciana de Souza Gattass Crepaldi, ressaltou que propostas dessa natureza reforçam o compromisso da Rede Municipal com a valorização dos conhecimentos construídos e preservados pela própria comunidade. “Valorizar os saberes locais é também reconhecer a nossa história e fortalecer o sentimento de pertencimento das crianças. Quando a escola aproxima os estudantes das pessoas, das memórias e das tradições de Cáceres, ela mostra que a comunidade também educa e que esses conhecimentos fazem parte do patrimônio que queremos preservar para as próximas gerações”, finalizou Luciana.
-
Cultura6 dias atrásIgreja Nossa Senhora da Candelária celebra 215 anos da primeira missa
-
Cultura7 dias atrásMostra itinerante de cinema no Ceará é retomada após a pandemia
-
Cultura6 dias atrásArtRio começa nesta quarta movimentando o mercado de arte
-
Saúde7 dias atrásSUS amplia cobertura de vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos
-
Saúde7 dias atrásAssédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa
-
Cultura6 dias atrásIlê Aiyê celebra mulheres negras na Semana da Mãe Preta
-
Saúde5 dias atrásAnvisa determina recolhimento do produto NotShake Protein
-
Saúde7 dias atrásIBGE acionará PF e AGU contra fake news sobre pesquisa de saúde
