Saúde
Secretária de Educação vistoria obras de escolas e cobra agilidade na conclusão
Saúde
A gestão municipal está empenhada em dar celeridade às intervenções estruturais em andamento e acelerar as entregas
A secretária municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer de Várzea Grande, Maria Fernanda Figueiredo, realizou uma série de visitas técnicas às obras de unidades escolares em Várzea Grande, com o objetivo de acompanhar o andamento das reformas e garantir a retomada dos serviços educacionais.
A visita foi na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Heróclito Leôncio Monteiro’, localizada no bairro Cristo Rei, que atende a região. A unidade, que anteriormente pertencia à rede estadual, passou por processo de municipalização e atualmente está em fase de reforma e reestruturação.
Durante a visita, a secretária destacou a importância de acompanhar de perto o andamento das obras e buscar soluções para acelerar sua conclusão. “Estamos aqui para verificar a situação das obras, conhecer todos os detalhes e destravar o que for necessário para que essa unidade seja finalizada o mais breve possível. Nosso compromisso é garantir que as crianças do bairro tenham acesso a um espaço adequado e a um ensino de qualidade”, afirmou.
Também participaram da agenda o empreiteiro responsável pela obra, além de engenheiros, técnicos da Secretaria Municipal de Educação e o vereador Alessandro Moreira (MDB).
Na sequência, a secretária visitou o prédio de outra unidade escolar, localizado no bairro Chapéu do Sol. O espaço já abrigou, por anos, o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) – Campus Várzea Grande, durante o período em que foi sede provisória cedida pela prefeitura.
Segundo Maria Fernanda, a gestão municipal está empenhada em dar celeridade às intervenções estruturais em andamento. “Assumimos o compromisso de agilizar as obras das três escolas estaduais que foram municipalizadas e também de duas unidades de educação infantil. Nosso foco é garantir que esses espaços estejam prontos para atender a população o quanto antes”, ressaltou.
As visitas fazem parte de um cronograma de acompanhamento das obras da rede municipal, que busca melhorar a infraestrutura das escolas e ampliar a oferta de vagas com qualidade para os estudantes.
Galeria de Fotos (4 fotos)
Saúde
SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele
Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.
Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).
O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.
A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.
“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.
O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.
“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.
-
Economia7 dias atrásIA mapeia teses dos tribunais e responde no chat do advogado
-
Economia6 dias atrásVivência nas quadras inspira criação do Pró Torneios
-
Economia6 dias atrásPitney Bowes Brasil e Clique Retire oficializam parceria
-
Economia6 dias atrásRegispel lança marketing sensorial de cereja no Royal
-
Rondonópolis7 dias atrásCodipi aprova concessão de incentivos fiscais para investimentos de R$ 4,77 bilhões
-
Cáceres2 dias atrásJustiça Eleitoral – Encerra-se nesta terça-feira prazo para que candidatos e partidos apresentem prestação de contas
-
Mato Grosso7 dias atrásPF prende presidente do TCE-MT em operação que investiga corrupção e movimentação atípica de dinheiro
-
Justiça6 dias atrásFachin devolve relatoria do caso do INSS a Mendonça e mantém Master
