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SISTEMA DE ABASTECIMENTO 100% NORMALIZADOEste site utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação e disponibilizar funcionalidades adicionais

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Cáceres

CÁCERES/MT – 09 DE MARÇO – A Diretoria Executiva da Autarquia Águas do Pantanal comunica a toda a população de Cáceres que os trabalhos de recuperação e estabilização do sistema foram concluídos com sucesso neste último final de semana.

Após uma força-tarefa ininterrupta, atingimos hoje, segunda-feira (09/03), a marca de 100% de operacionalidade tanto na Captação quanto na Distribuição. Com os reparos finalizados e a rede totalmente pressurizada, a cidade encontra-se com o abastecimento restabelecido em todas as suas regiões.

 

Suporte e Atendimento Residual

Embora o sistema esteja operando em sua capacidade total, a Autarquia mantém, por precaução, o atendimento via caminhão-pipa para:

Pontos essenciais da cidade (Hospitais, Clínicas e Centros de Saúde);

Casos isolados de “bolsão de ar” ou obstruções específicas em unidades consumidoras.

 

Canais de Atendimento

Caso o abastecimento ainda não tenha se normalizado em sua residência, solicitamos que entre em contato imediatamente com nossa central. Para agilizar o atendimento, tenha em mãos o seu endereço completo e o número da Unidade Consumidora (UC):

 

📞 Telefone Fixo: (65) 3223-6900

📱 Plantão WhatsApp: (65) 99953-1712

 

Nossas equipes realizarão uma vistoria técnica e, se necessário, o abastecimento imediato do seu reservatório via caminhão-pipa.

Agradecemos profundamente a cada cidadão cacerense pela paciência, compreensão e apoio demonstrados durante este período desafiador. Nosso compromisso com a transparência e o trabalho sério continua sendo a base da nossa gestão.

 

SAMARA BRANT

Diretora Executiva | Autarquia Águas do Pantanal

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Estudantes do 1º ano da E.M. Dom Máximo Biennés vivenciaram a tradição e a educação patrimonial através da memória e das receitas de Dona Regina.

Esdras Crepaldi I Assessoria

Estudantes dos 1º anos da Escola Municipal Dom Máximo Biennés participaram de uma aula de campo voltada ao conhecimento e à valorização da cultura local. A atividade levou as crianças até a casa de Dona Regina, conhecida pela produção tradicional do bolo de arroz, proporcionando um encontro entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e os saberes preservados pela comunidade.

A ação integra o Projeto Regiões do Brasil, desenvolvido pela escola. Dentro da proposta, as turmas dos primeiros anos estudam a Região Centro-Oeste, conhecendo suas características geográficas, culturais e tradições. Com a visita, esse aprendizado ganhou forma e sabor, aproximando os estudantes da história e da cultura presentes no próprio território onde vivem.

Participaram da atividade as turmas do 1º Ano A, da professora Marta Norberta; 1º Ano B, da professora Márcia Aparecida Destácio; 1º Ano C, da professora Nilma da Silva Oliveira; 1º Ano D, da professora Katiane Santana; e 1º Ano F, da professora Maria Luciana Rodrigues.

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A diretora Ivoneide Assunção apoiou a realização da proposta e destacou a importância de proporcionar às crianças o contato direto com manifestações da cultura cacerense, que envolvem não apenas a culinária, mas também histórias familiares, memórias, modos de fazer e conhecimentos transmitidos entre gerações.

A experiência também está alinhada às ações de Educação Patrimonial desenvolvidas na Rede Municipal de Ensino, que reconhecem o território e os saberes da comunidade como importantes fontes de aprendizagem. Nessa perspectiva, o patrimônio vai além de prédios, monumentos e objetos históricos, estando presente também nas práticas, narrativas, conhecimentos e tradições preservadas pelas pessoas.

Durante a visita, Dona Regina compartilhou com as crianças a história de sua relação com o bolo de arroz. Ela contou que aprendeu os primeiros ensinamentos sobre o preparo da iguaria com a mãe e a avó, recordando o tempo em que, ainda muito jovem, ajudava a triturar o arroz no pilão.

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O próprio ambiente onde a tradição continua sendo mantida se transformou em espaço de aprendizagem. O forno a lenha, as grandes panelas e assadeiras, o preparo dos bolinhos e as histórias contadas por Dona Regina mostraram às crianças que uma receita pode guardar muito mais do que ingredientes e técnicas culinárias: pode carregar memórias, relações familiares, modos de viver e a identidade de uma comunidade.

Para o assessor pedagógico da escola, professor Adson Seba, a experiência mostra as possibilidades de aprendizagem existentes quando a escola se aproxima do território. “A escola não precisa olhar para longe para encontrar conhecimentos importantes. Quando as crianças conhecem pessoas como Dona Regina e compreendem o que existe por trás de uma tradição como o bolo de arroz, elas começam também a reconhecer o valor da cultura do lugar onde vivem.”

O assessor pedagógico professor Lucas Mateus Faria Silva, que acompanha as ações de Educação Patrimonial da Rede, acrescentou que iniciativas como essa ampliam a compreensão das crianças sobre o conceito de patrimônio. “Educação Patrimonial também é reconhecer os saberes das pessoas que fazem a história da nossa cidade. O bolo de arroz envolve memória, trabalho, identidade e transmissão de conhecimentos.”

A aula de campo ampliou os conteúdos trabalhados anteriormente em sala de aula e aproximou os estudantes da cultura regional. Conforme registrado pelas professoras, mais do que aprender como o bolo de arroz é preparado, as crianças puderam compreender que cada receita também carrega histórias, memórias, trabalho, identidade e tradição.

A secretária municipal de Educação, Luciana de Souza Gattass Crepaldi, ressaltou que propostas dessa natureza reforçam o compromisso da Rede Municipal com a valorização dos conhecimentos construídos e preservados pela própria comunidade. “Valorizar os saberes locais é também reconhecer a nossa história e fortalecer o sentimento de pertencimento das crianças. Quando a escola aproxima os estudantes das pessoas, das memórias e das tradições de Cáceres, ela mostra que a comunidade também educa e que esses conhecimentos fazem parte do patrimônio que queremos preservar para as próximas gerações”, finalizou Luciana.

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