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Cultura

Furtos e agressões têm queda de 50% no Carnaval de BH

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A Guarda Municipal de Belo Horizonte divulgou nesta terça-feira um balanço parcial das ocorrências e registros durante o Carnaval. Conforme a instituição, houve um aumento de meio por cento nos números gerais das ocorrências em comparação ao Carnaval de 2025. Segundo o comandante da Guarda Civil, Júlio César Freitas, apesar da leve alta nos registros gerais, houve redução nos crimes mais graves.

 “Dados muito interessantes com a redução de 50% nos casos de vias de fato, lesão corporal. A gente tem também redução de 50% no crime de furto, né, registrado no mesmo, comparando o mesmo período do ano passado, né? Redução de 100% de importunação sexual. Isso se dá, né, a todo o trabalho preventivo que a Guarda Municipal vem fazendo, eh, de abordagens ao bloco, abordagens às pessoas, né? Foram mais de 15 mil abordagens preventivas, né?”

 Mesmo com a redução de registros, 18 pessoas foram detidas desde a sexta-feira, afirma o comandante.

 “A gente teve um aumento de 50%, né, na condução de presos, num número de 18 até o momento. Foram 18 pessoas conduzidas até a autoridade policial. Eh, crimes como desacato verbal, vias de fato, né? Então assim, crimes comuns do dia a dia, que essa acaba acontecendo essa desinteligência, mas comprometendo a segurança de outras pessoas. E uma vez comprometendo essa segurança, nos cabe tomar providência que é levar até a autoridade policial, que é o… que é o órgão competente para dar andamento à ocorrência.”

: Ainda de acordo com a Guarda Civil Municipal, as ações de segurança do Carnaval continuam até o próximo domingo, dia 22, quando a folia será oficialmente encerrada na cidade. 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira

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A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.

São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.

Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto. 

“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.

Marcus Lontra conta mais sobre o  trabalho de curadoria da mostra.

“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.

O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador  explica como a exposição reflete a diversidade do museu.

“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.

A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.

A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

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