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Saúde

UBSs realizam Dia D de vacinação contra sarampo neste sábado em SP

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Saúde

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), realiza neste sábado (24), uma ação nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para intensificar a vacinação contra o sarampo e a febre amarela. Chamada de Dia D, a medida visa verificar e atualizar a carteirinha vacinal da população em todas as regiões da cidade.

As UBSs funcionarão no sábado, das 8h às 17h, e disponibilizarão diversos imunizantes do calendário vacinal. As vacinas também serão ofertadas, no mesmo período, nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas. A população pode localizar a unidade mais próxima por meio da plataforma Busca Saúde. Acesse a plataforma aqui https://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/ .

Em parceria com a Secretaria Municipal da Educação, ações de multivacinação também acontecerão nos Centros Educacionais Unificados (CEUs), no sábado, das 9h às 16h.

Segundo a coordenadora da Vigilância em Saúde, Mariana Araújo, “a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo, a febre amarela, e diversas doenças. Manter a caderneta atualizada é essencial para a saúde de toda a população, pois evita a reintrodução e a circulação de doenças imunopreveníveis”.

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A SMS aponta que desde que as ações de intensificação da vacinação começaram em 12 de janeiro, mais de 30 mil doses de imunizantes foram aplicadas. Dessas doses, 16.024 foram vacinas contra sarampo e 14.748 contra febre amarela.

*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

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Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde. 

“O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

“Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde,  Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

Fonte: EBC Saúde

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