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Polos Culturais de Sorriso abrem matrículas e rematrículas para oficinas em 2026

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Após o recesso de fim de ano, os Polos Culturais de Sorriso, administrados pela Secretaria Municipal de Cultura, já estão com matrículas e rematrículas abertas para as oficinas que retornam no dia 2 de fevereiro. Atualmente, a Secretaria atende mais de 1.500 alunos distribuídos em 10 polos espalhados pelos bairros e distrito do município.

Cada estudante pode se inscrever em até três oficinas, escolhendo entre atividades como balé, violão, capoeira, dança regional, pintura e desenho, artesanato, bateria, violino, teclado, flauta doce, canto, musicalização, teatro, instrumentos de sopro e dança de rua, entre outras.

Uma novidade para este ano é a abertura de um novo Polo Cultural no bairro Jardim Carolina, que terá capacidade para atender pelo menos mais 500 crianças e adolescentes da região, ampliando o acesso à formação cultural.

Segundo a secretária de Cultura de Sorriso, Marisa Neto, a política de oficinas culturais é modelo de gestão cultural no Estado de Mato Grosso: “Sorriso se destaca por oferecer para nossas crianças e adolescentes acesso à cultura. Poucos municípios do Estado atendem diretamente um público tão amplo com oficinas culturais, como o nosso. É um orgulho!”, disse Marisa.

Ainda, de acordo com a secretária, o envolvimento de crianças e jovens nas atividades culturais é fundamental para a formação de cidadãos, promovendo desenvolvimento, autoestima e senso crítico.

As matrículas e rematrículas devem ser feitas diretamente nos polos culturais onde o aluno pretende fazer as oficinas.

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Capacitação reforça uso de biodigestores nas escolas e fortalece educação ambiental em Sorriso

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Gestores das unidades escolares da rede municipal participaram, na tarde desta quarta-feira (10), de uma capacitação voltada ao funcionamento e à utilização dos biodigestores instalados nas escolas. O encontro, realizado na Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, integra as ações do programa Cidade Inteligente, Humana e Sustentável e também faz parte das iniciativas desenvolvidas pelo Eco Sorriso, consolidando o Município como referência na adoção de tecnologias sustentáveis no ambiente escolar, na inovação, sustentabilidade e educação ambiental.

Ao todo, 18 escolas municipais contam com a tecnologia, que transforma resíduos orgânicos em biogás e biofertilizantes, contribuindo para a gestão adequada dos resíduos produzidos diariamente nas cozinhas escolares. Além de promover a reciclagem de matéria orgânica e reduzir custos com energia, o sistema também diminui o envio de lixo aos aterros sanitários e incentiva práticas mais sustentáveis dentro do ambiente escolar.

Segundo o coordenador do Eco Sorriso e diretor de Saneamento Básico, Diogo Martins, a formação teve como principal objetivo atualizar os gestores que já acompanham o funcionamento dos biodigestores e capacitar os novos diretores que assumiram recentemente algumas unidades, além de envolver a equipe de nutricionistas da Central de Alimentação Escolar (CAE), fortalecendo o trabalho conjunto para manter os sistemas em pleno funcionamento e reativar aqueles que eventualmente estejam inativos.

“Durante o encontro, foram abordados aspectos técnicos do funcionamento da tecnologia israelense implantada no município, seus benefícios ambientais e econômicos. Os biodigestores representam uma oportunidade de transformar a educação ambiental em uma experiência prática dentro das escolas. Estamos formando gestores e equipes para que essa tecnologia seja utilizada em todo o seu potencial, aliando inovação, energias renováveis, sustentabilidade e aprendizagem.

Após a capacitação, os participantes realizaram uma visita técnica ao biodigestor da Escola Municipal Prof.ª Ivete Lourdes Arenhardt, referência no funcionamento do sistema. A unidade produz biogás e biofertilizante utilizado na manutenção dos jardins e do paisagismo da própria escola, tornando-se um exemplo prático dos benefícios proporcionados pela iniciativa.

“O biodigestor já faz parte da nossa rotina e mostra, na prática, que sustentabilidade também se aprende fazendo. Além dos benefícios ambientais, ele desperta a curiosidade dos alunos e amplia as possibilidades de trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente, responsabilidade social e cuidado com os recursos naturais. Sem dúvida, é uma ferramenta que agrega muito valor ao processo educativo”, declarou a diretora da escola, Edena Cristina.

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