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Saúde pública perto das pessoas: mente e corpo em equilíbrio

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Janeiro é mais do que o começo de um novo ano, duas campanhas importantes ganham destaque e dialogam diretamente com a realidade da população da Região Oeste de Mato Grosso: o Janeiro Roxo, voltado à conscientização sobre a hanseníase e o Janeiro Branco, que trata da saúde mental.

O janeiro Roxo chama a atenção para a hanseníase, uma doença que ainda existe, mas que pode ser prevenida, tratada e curada, principalmente quando diagnosticada de forma precoce. A informação é a maior aliada no combate ao preconceito e no incentivo à busca por atendimento médico.

Nesse cenário, é importante destacar o meu esforço, de forma constante, em defesa da saúde pública, especialmente nos municípios da Região Oeste de Mato Grosso. No meu mandato, tenho buscado fortalecer a atenção básica, apoiar ações de prevenção, ampliar o acesso aos serviços de saúde e levar informação às comunidades, sobretudo às que mais precisam.

O Janeiro Branco nos lembra que saúde mental é coisa séria. Falar sobre emoções, ansiedade, estresse e depressão não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Em uma região como a nossa, marcada pelo trabalho intenso no campo, pelo empreendedorismo e pelas responsabilidades do dia a dia, é comum que as pessoas coloquem suas próprias emoções em segundo plano. Mas não deveria ser assim. Cuidar da mente é essencial para manter o equilíbrio emocional, fortalecer as relações familiares e melhorar a qualidade de vida.

Incentivar o diálogo aberto, ouvir mais e acolher quem precisa de ajuda são atitudes simples que fazem diferença. Procurar um profissional, conversar com alguém de confiança ou apenas reconhecer que algo não vai bem já é um grande passo. O bem-estar emocional precisa ser tratado com o mesmo cuidado que damos à saúde física.

Campanhas como o Janeiro Branco e o Janeiro Roxo reforçam que saúde é um direito de todos e um dever coletivo. Cuidar da mente, do corpo e promover a prevenção é investir em pessoas, em famílias e no futuro da nossa região.

Que este mês de janeiro sirva como um lembrete: falar sobre saúde mental salva-vidas, e buscar informação e diagnóstico precoce também. Cuidar de si é um ato de responsabilidade, amor-próprio e cidadania.

*Valmir Moretto (Republicanos) é deputado estadual, representante da região Oeste de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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Política

Pedro Taques afirma que denúncia à PGR deu origem à investigação da PF sobre acordo de R$ 308 milhões entre Governo de MT e Oi

Ex-governador diz que representação criminal do seu escritório originou a Operação Heritage. Mauro Mendes nega irregularidades e fala em disputa política

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Foto: Reprodução

A investigação da Polícia Federal sobre o acordo de aproximadamente *R$ 308 milhões* firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A. voltou ao centro do debate político nesta quinta-feira, (6-8)

Em coletiva de imprensa acompanhada pela equipe do *Espia News*, o pré-candidato ao Senado da República *Pedro Taques*, afirmou que a representação criminal apresentada por seu escritório à Procuradoria-Geral da República (PGR) foi o ponto de partida para a apuração que culminou na deflagração da *Operação Heritage*.

Segundo Taques, a denúncia foi construída a partir da análise de documentos que, na avaliação dele, apontam possíveis irregularidades na celebração do acordo entre o Estado e a operadora de telefonia.

*Como surgiu o caso*
O acordo investigado envolve uma disputa tributária entre o Governo de Mato Grosso e a Oi S.A., encerrada por meio de um acordo administrativo que movimentou cerca de R$ 308 milhões.

Na coletiva, Pedro Taques afirmou que o Estado possuía decisões judiciais favoráveis e que, por isso, não haveria fundamento jurídico para a celebração do acordo da forma como ocorreu. Segundo ele, a legislação estadual que criou a Câmara de Resolução Consensual de Conflitos, a *Consenso-MT*, não autorizaria esse tipo de negociação envolvendo créditos tributários.

O ex-governador também disse que sua equipe identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas envolvendo fundos de investimento ligados aos valores pagos no acordo. As informações foram reunidas em uma representação encaminhada à PGR, que posteriormente resultou na abertura das investigações pela Polícia Federal.

*O que disse Pedro Taques*
Durante a coletiva, Taques fez duras críticas ao acordo firmado pelo Governo do Estado e afirmou que:
– *A investigação da PF teve origem* na representação criminal apresentada por seu escritório;
– *O acordo com a Oi foi ilegal*, em sua avaliação;
– *Houve falhas nos critérios* utilizados para definir os valores envolvidos;
– *O fluxo dos recursos públicos precisa ser esclarecido* pelas autoridades responsáveis.

O ex-governador destacou ainda que as medidas cautelares da Operação Heritage foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal após manifestação da Procuradoria-Geral da República.

*O que investiga a Polícia Federal*
A Operação Heritage apura se houve irregularidades na negociação envolvendo recursos públicos destinados ao acordo com a Oi.

Entre os crimes investigados estão: *organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso de informação privilegiada*.

Até o momento, a investigação segue em andamento e não há condenação de qualquer investigado.

*O que diz Mauro Mendes*
*Mauro Mendes nega todas as acusações.*

Em manifestações públicas, o ex-governador afirma que o acordo foi celebrado dentro da legalidade, com respaldo técnico e jurídico, e sustenta que a investigação esclarecerá a regularidade dos atos praticados durante sua gestão. Mendes também atribui as acusações ao ambiente de disputa política.

*Investigação continua*
A Polícia Federal prossegue com a coleta de provas e a análise dos documentos apreendidos durante a Operação Heritage.

A existência da investigação não representa condenação, e todos os investigados têm assegurados os direitos ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência.

O *Espia News* continuará acompanhando o andamento do caso e trará novas informações à medida que houver manifestações oficiais das autoridades e das partes envolvidas.

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