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Janeiro Branco

Dilmar Dal Bosco destaca o Janeiro Branco como convite ao cuidado emocional

Parlamentar usa a campanha para ampliar a conscientização, incentivar ambientes mais humanos e lembrar que cuidar da mente é parte da saúde, com impacto direto na família, no trabalho e nas decisões do poder público

Publicado em

Cidades

Janeiro Branco é uma campanha de conscientização sobre saúde mental e bem-estar emocional, criada para colocar o assunto no centro da vida real, sem tabu e sem julgamento. Em 2026, o tema Paz, Equilíbrio, Saúde Mental reforça uma ideia simples e exigente ao mesmo tempo, cuidar da mente não é evento de calendário, é prática contínua. Para o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (UNIÃO), líder do governo Mauro Mendes na Assembleia Legislativa, falar de saúde mental também é falar de política pública, de ambiente de trabalho mais humano e de famílias que precisam de acolhimento antes da situação virar crise.

Dilmar defende que a mudança começa no lugar mais básico, a rotina de casa. Ele costuma lembrar que a saúde mental se constrói no jeito de conversar, no respeito aos limites, na atenção aos sinais que aparecem em silêncio, na irritação fora de hora, no isolamento, na falta de sono, no cansaço que não passa. “A saúde mental não é pauta de um mês, conscientização não começa na rua, começa na nossa casa, no modo como a gente pergunta se está tudo bem e no tempo que a gente dedica para ouvir de verdade”, afirma o deputado, ao explicar por que sempre traz o tema para perto, sem transformar o assunto em discurso.

Essa postura, segundo ele, precisa se estender para o ambiente profissional, porque trabalho também adoece quando não há organização, escuta e responsabilidade com as pessoas. No gabinete, o tema entra na prática, com conversa direta, divisão clara de tarefas, rotina mais equilibrada e atenção ao clima da equipe. “Eu cobro resultado, mas eu também cobro cuidado, ninguém produz bem carregando um peso invisível, por isso eu faço questão de olhar para a equipe e criar um ambiente saudável”, diz Dilmar, ao defender que o janeiro branco pode funcionar como ponto de partida para mudanças de postura que seguem no resto do ano.

O deputado também chama atenção para o papel do poder público em ampliar acesso e reduzir barreiras, especialmente para quem ainda sente vergonha de buscar ajuda. Ele aponta que Mato Grosso já registra aumento na procura por atendimento em saúde mental na rede especializada e que campanhas como o JaneiroBranco ajudam a diminuir o preconceito e orientar as pessoas sobre onde encontrar acolhimento. Na avaliação de Dilmar, o tema de 2026 é um convite para reorganizar a vida por dentro, com mais disciplina emocional e menos improviso, começando em casa, passando pelo trabalho e chegando a políticas que garantam cuidado de verdade para quem precisa. “Saúde mental não é fraqueza e nem luxo, é cuidado, é responsabilidade com a própria vida. Quando a gente aprende a conversar em casa, a respeitar limites e a pedir ajuda no tempo certo, tudo melhora, a família, o trabalho e até a forma de enfrentar os problemas. O Janeiro Branco é um lembrete, mas o compromisso precisa ser de todo dia, finalizou Dal Bosco.

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Rondonópolis

Prefeitura de Rondonópolis lamenta falecimento do pioneiro Zé da Kibon, aos 84 anos

Publicados

em

A Prefeitura de
Rondonópolis, por meio do prefeito Cláudio Ferreira, vem manifestar
seu pesar diante do falecimento neste domingo (20), em Cuiabá, aos
84 anos, do comerciante José Caetano Filho, carinhosamente conhecido
por gerações de moradores como “Zé da Kibon”. Sua
trajetória comercial de seis décadas ajudou a moldar a história
das praças Brasil e dos Carreiros.

Pioneiro do ramo de
lanchonetes e alimentação em Rondonópolis, ele foi um dos
personagens mais marcantes da vida urbana local, transformando seu
balcão em ponto de encontro tradicional de trabalhadores, estudantes
e boêmios ao longo de décadas.

A história de Zé
da Kibon com Rondonópolis começou em 1966, quando chegou ao
município ainda em fase de formação. Pouco tempo depois, abriu seu
primeiro ponto comercial na Praça Brasil. Mais tarde, transferiu as
atividades para a histórica Praça dos Carreiros, endereço que
consolidou a fama do estabelecimento. Por anos a fio, o ponto
funcionou 24 horas, tornando-se parada obrigatória para quem buscava
um lanche na noite rondonopolitana.

O apelido clássico,
que acabou virando sua marca registrada na cidade, surgiu logo nos
primeiros passos de sua jornada comercial: Zé foi o primeiro
empreendedor a revender os tradicionais sorvetes da marca Kibon em
solo rondonopolitano, feito que batizou não apenas o seu negócio,
mas a identidade pela qual sempre foi respeitado.

José Caetano deixa
uma grande família: cinco filhos, dez netos, 16 bisnetos e um legado
de dedicação ao trabalho. Diante de toda sua contribuição com a
cidade e o seu povo, o Município reconhece seu legado para a
história local e, ao mesmo tempo, deseja que Deus possa consolar
familiares, amigos e admiradores nesse momento difícil.

O velório está
previsto para ser realizado na capela mortuária do Cemitério da
Vila Aurora.

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