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Abertas as Inscrições

Grupo de Escoteiros Guaná de Várzea Grande abre inscrições para 2026 – conheça

Filiado ao Escoteiros do Brasil, grupo Guaná tem vagas limitadas para todos ramos

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Cidades

Foto: Assessoria

O grupo Escoteiros Guaná, único em atividade em Várzea Grande, encerrou o ano com a realização de um acampamento e já está com as inscrições abertas para 2026. Filiado aos Escoteiros do Brasil, o Guaná oferece vagas limitadas para lobinhos (6,5 a 10,5 anos), escoteiros (10 a 14 anos), sêniores (15 a 17 anos) e pioneiros (18 a 21 anos). Os interessados podem obter mais informações pelo telefone (65) 8119-9433.

O diretor-presidente do grupo, Danúbio Velasco, explica que, após o primeiro contato, o interessado recebe um formulário com todas as orientações e o passo a passo para realizar a inscrição, que é gratuita. “Eles vêm uma, duas, três vezes para conhecer as atividades e, manifestando interesse, fazemos o cadastro do jovem”, ressalta. Ele destaca ainda que adultos — especialmente os pais — podem participar como voluntários, contribuindo para o crescimento do movimento na segunda maior cidade do Estado.

A retomada das atividades do grupo, atualmente em recesso, está prevista para fevereiro. Atividades acontecem na EMEB Emanuel Benedito de Arruda, bairro Costa Verde, sempre aos domingos das 8h30 às 10h.

O movimento escoteiro reúne mais de 57 milhões de participantes em todo o mundo, promovendo valores, espírito de equipe e laços que duram a vida inteira. Com atividades práticas e dinâmicas, prepara crianças e adolescentes para desenvolver responsabilidade, autonomia no dia a dia e respeito ao meio ambiente.

“Os pais querem proteger — eu, como pai, também tenho essa intenção —, mas entendemos que o movimento escoteiro coloca o jovem em situações em que ele pode falhar, porém dentro de um ambiente controlado, para que aprenda”, frisa Danúbio.

Grupo Guaná

Fundado oficialmente em 19 de outubro, o Grupo Guaná iniciou suas atividades em julho, com o objetivo de oportunizar a vivência do escotismo em Várzea Grande.
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Serviço:

Grupo Guaná
Contato: (65) 8119-9433 – Danúbio Velasco
Instagram: @geguana35mt
Local: EMEB Emanuel Benedito de Arruda, Costa Verde

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) reconheceu irregularidades relacionadas a possíveis conflitos de interesses na transferência da gestão do Hospital Regional Doutor Antônio Fontes, em Cáceres, a cerca de 220 km de Cuiabá, para a Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde (AGIR). A decisão aponta falhas na fiscalização e na prevenção de conflitos entre servidores públicos e a entidade contratada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Apesar disso, o Tribunal afastou a responsabilidade individual de três envolvidos, não aplicou multas e manteve o contrato em vigor.

A investigação teve início após denúncia apresentada por Jean Peterson de Camargo, que questionou a participação de servidores públicos no processo de contratação da AGIR e a posterior ocupação de cargos na entidade responsável pela administração do hospital.

Um dos casos analisados foi o de Wellyngton Alessandro Dolce, ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres. Ele participou da preparação do processo de contratação e coordenou a comissão responsável pela transferência da gestão para a AGIR. Após deixar a direção da unidade, em 2 de fevereiro de 2026, passou a atuar como diretor da entidade, sendo identificado nessa função em documentos oficiais de 5 de fevereiro.

Para o TCE, a mudança direta da função pública para um cargo de direção na organização contratada revelou falhas na prevenção de conflitos de interesses. Entretanto, não foram encontradas provas de favorecimento à AGIR, uso de informações privilegiadas ou negociação antecipada da contratação.

Outra situação envolveu o médico Iago Cunha Matos, que manteve vínculo com a SES-MT enquanto exercia o cargo de diretor técnico da AGIR. Segundo o processo, ele iniciou suas atividades na entidade em 28 de janeiro de 2026 e permaneceu na função pública até pelo menos 14 de maio.

A Secretaria havia registrado orientação para que o profissional não acumulasse as duas atividades. No entanto, não ficou comprovado que ele tenha sido formalmente comunicado ou praticado atos em benefício da AGIR enquanto trabalhava para o Estado.

A investigação também analisou a conduta do ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Gomes de Figueiredo, responsável por designações de servidores envolvidos na contratação e na transição da gestão hospitalar. O Tribunal concluiu que não havia provas de que ele soubesse antecipadamente da contratação de Wellyngton pela entidade ou tivesse cometido erro grave.

Apesar de reconhecer as irregularidades, o TCE afastou a responsabilização dos três envolvidos, por entender que não foram demonstradas violações de obrigações legais específicas que justificassem punições individuais.

O Tribunal também rejeitou os pedidos de anulação da seleção da AGIR, realização de novo processo de contratação e retomada da gestão do hospital pelo Estado, uma vez que não ficou comprovado direcionamento na escolha da entidade.

Na decisão, o TCE recomendou que a SES-MT estabeleça regras mais rígidas para prevenir conflitos de interesses, incluindo restrições à contratação de ex-servidores pelas entidades responsáveis pela gestão de hospitais públicos. Também determinou que o contrato do Hospital Regional de Cáceres seja incluído no planejamento de futuras fiscalizações.

 Por: João Fraga/VGN

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