Cultura
Curitiba terá atrações natalinas da Disney para celebrar o fim do ano
Cultura
Ao longo de todo o mês de dezembro, mais de 150 atrações de Natal estarão disponíveis para visitação em Curitiba. Além de espetáculos tradicionais, como o coral no Palácio Avenida, as festas natalinas terão uma novidade.

A cidade será a primeira no Brasil a receber a atração Disney Celebra: Um Natal Inesquecível. A programação começa nesta quinta-feira, com o Parque Mágico, uma das atrações gratuitas que vai seguir aberta para visitação até 23 de dezembro.
As exibições gratuitas vão ficar no Parque Barigui, que terá 78 mil metros quadrados ocupados pelas atrações.
As principais atrações são o Túnel dos Desejos, um corredor iluminado de 120 metros; a Árvore dos Desejos, com 35 metros de altura e iluminada com luzes LED; e o Ponto do Mickey, escultura com mais de 6 metros de altura.
A partir de sexta-feira, dia 5, às 9 horas da manhã, o Disney+ Open Air vai exibir 56 filmes do estúdio norte-americano em um telão em espaço aberto, com acesso gratuito e por ordem de chegada. A atração fica em cartaz até 23 de dezembro.
Para quem gosta de música, a Fanfarra Disney Celebra percorre o parque com músicas clássicas, todos os dias a partir das 18 horas.
Outros pontos de Curitiba também vão ter experiências natalinas gratuitas. O Natal na Rua 24 horas vai ter apresentações às sextas-feiras a partir das 18h e decoração de terça a sábado. Ambas atrações ficam disponíveis até 19 de dezembro.
O Espetáculo Abrace o Mundo apresenta a história de um menino que viaja para o Polo Norte, para perguntar ao Papai Noel como ele consegue entregar presentes em todo o mundo. A apresentação pode ser vista a partir das 20 horas até o dia 23 deste mês, no Prédio Histórico da Universidade Federal do Paraná.
*Com supervisão de Rafael Gasparotto
Cultura
Coleção Ingá revela a pluralidade da arte e da cultura brasileira
A vasta identidade cultural brasileira, expressa por diferentes temas, como a fé e a vida cotidiana, é apresentada na exposição “Coleção Ingá: Brasil plural”, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no centro do Rio de Janeiro.

A mostra reúne uma seleção de cerca de 200 obras do acervo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro, o Museu do Ingá, localizado em Niterói, região metropolitana do Rio. A instituição conta com mais de 10 mil itens, de diferentes épocas.
São exibidos artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares e registros de sincretismos e resistências, em diferentes formatos, como pinturas, esculturas, gravuras e objetos dos séculos 19 e 20.
Os trabalhos contam com a assinatura de nomes fundamentais da arte brasileira, como destaca Marcus Lontra, um dos curadores do projeto.
“Nomes como o Cícero Dias, Di Cavalcanti, Portinari, Caribé, apresentam trabalhos de grande destaque, de grande importância na coleção, formando um painel bem significativo da produção da arte moderna no Brasil”.
Marcus Lontra conta mais sobre o trabalho de curadoria da mostra.
“A proposta curatorial reside exatamente nessa ideia de se valorizar a pluralidade brasileira. Quer dizer, para um país de dimensões continentais como o Brasil, com uma riqueza étnica e cultural gigantesca, a mostra procura revelar essas variáveis, essas várias possibilidades de se ver e interpretar o Brasil. Isso foi o que guiou os trabalhos da curadoria”.
O Museu do Ingá engloba oito acervos de diferentes fontes e naturezas, com destaque para a antiga Coleção Banerj, a Coleção de Arte Popular e a Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto. O curador explica como a exposição reflete a diversidade do museu.
“A mostra, ela caracteriza essa pluralidade também da coleção com obras de matriz popular, obras em gravura, metal, estilo, como Oswaldo Goeldi e outros artistas bem conhecidos e também os grandes painéis que compõem a coleção Banerj. A mostra então procurou apresentar esse painel das várias coleções que compõem a grande coleção do Museu do Ingá”.
A exposição Coleção Ingá: Brasil plural ocupa dois andares do Centro Cultural Justiça Federal, divididos em seis núcleos, como Essa Gente Brasileira, que reúne obras sobre pertencimento e identidade nacional, e Matriz Popular, dedicado às produções artísticas do povo brasileiro.
A temporada vai até o dia 27 de setembro, com entrada franca!
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