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Cuiabá

Simininas finalizam ciclo de visitas ao Aquário Municipal com aprendizado e encantamento

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Cuiabá

As meninas do Programa Siminina concluíram, nesta semana, o ciclo de visitas ao Aquário Municipal Justino Malheiros, iniciado em abril. Participaram as turmas das unidades Novo Paraíso II, CPA-CRAS, Altos da Boa Vista, Chácara dos Pinheiros, Tijucal, Jardim Leblon e Jardim Renascer, que ainda não haviam visitado o local.

Na manhã de quarta-feira (12), um grupo de 35 participantes esteve no espaço, que abriga mais de 600 peixes de aproximadamente 22 espécies, distribuídos em três biomas: Amazônia, Pantanal e Cerrado. Na quinta-feira (13), foi a vez das simininas da Chácara dos Pinheiros e do Tijucal, nos períodos matutino e vespertino. Já na sexta-feira (14), participaram as unidades Jardim Leblon e Jardim Renascer, também nos dois períodos.

Durante o passeio, as meninas se encantaram com a experiência. “É a primeira vez que venho e gostei muito. Só conhecia peixinhos pelos desenhos”, contou Sophia, de 13 anos. A pequena Paola Fernanda, de 6 anos, também se surpreendeu: “Gostei muito de ver os peixinhos pela primeira vez”.

O Programa Siminina, uma iniciativa da Prefeitura de Cuiabá, que tem como madrinha a primeira-dama e vereadora Samantha Iris, mantém 16 unidades distribuídas por diversos bairros da capital, como Novo Paraíso II, Três Barras, CPA, Primeiro de Março, Tijucal e Carumbé, atendendo 1.149 meninas de 6 a 14 anos em situação de vulnerabilidade social.

Sob coordenação de Ivete Carneiro de Souza, o Programa Siminina oferece atividades como balé, fanfarra, reforço escolar e ações socioeducativas. A expectativa é que a 17ª unidade seja inaugurada em breve, no bairro Pedra 90. Segundo Ivete, as visitas, acompanhadas pela gerente regional Gracineia Fernandes da Silva e pelas monitoras de cada unidade, representam mais um passo no caminho das oportunidades, do aprendizado e do crescimento das meninas.

“Hoje nós encerramos esse ciclo de atividades de passeio, que foi muito especial e realizado no aquário. Levar essas meninas para conhecer um espaço novo, cheio de descobertas, é uma forma de ampliar horizontes e fortalecer o vínculo que vivemos ao longo deste ano dentro do programa. Cada sorriso, cada olhar encantado, cada conversa que tivemos ali no aquário reforça o quanto essas ações sociais fazem diferença na vida delas. Hoje foi o último dia dessa etapa, mas certamente não é o fim. É mais um passo no caminho das oportunidades, do aprendizado e do crescimento”, afirmou Ivete.

Todas as visitas contaram com apoio logístico da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), que disponibilizou o transporte para as meninas, garantindo a participação das 32 turmas. A Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico também foi parceira desde o início da programação, assim como a Secretaria de Educação, que realizou a recepção das alunas no aquário.

Horário de funcionamento

O Aquário Municipal Justino Malheiros funciona de terça a domingo, das 9h às 18h, permanecendo fechado às segundas-feiras para manutenção e limpeza interna.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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