Search
Close this search box.

Cultura

10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura

Publicado em

Cultura

Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.

O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.

Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.

Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.

Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.

Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Antonio Pitanga tem trajetória cinematográfica contada no CCBB do Rio

Publicados

em

A trajetória do ator Antônio Pitanga, considerado fundamental para o protagonismo negro no cinema brasileiro, é contada em uma grande retrospectiva no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.

Pitanga destacou-se especialmente pela atuação no período do Cinema Novo, movimento de renovação estética e política do cinema brasileiro, marcado por narrativas voltadas às desigualdades sociais e às tensões do país. Ele atuou em filmes centrais do período, tornando-se um de seus rostos mais conhecidos.

Sueli Voltarelli, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, conta como surgiu o projeto.

“A ideia de fazer a mostra sobre o Pitanga, e homenagear o Pitanga, surgiu a partir de uma inscrição da mostra no nosso edital de seleção de projetos. Quando nós vimos essa inscrição, nos apaixonamos pelo projeto, entendemos que era uma coisa muito importante a ser feita”.

Sueli também destaca a importância de Antonio Pitanga na história do cinema.

“Ele trabalhou com Glauber Rocha e está ativo até hoje. Então, são muitos e muitos anos que ele está no cinema brasileiro e é muito, muito merecido, essa homenagem.

A programação da “Mostra Pitanga” reúne clássicos da sétima arte com a participação do artista, obras restauradas e atividades paralelas, como um curso, leitura dramática e mesa redonda.

As sessões de cinema reúnem 39 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, que atravessam diferentes momentos do cinema brasileiro. Entre os destaques estão “Barravento”, de Glauber Rocha, “Ganga Zumba”, de Cacá Diegues, e “O Pagador de Promessas”, de Ancelmo Duarte.

Também vão ser exibidos filmes em versões restauradas em 4K, como “A Grande Feira” e “Tocaia no Asfalto”, do cineasta baiano Roberto Pires.

A mostra Pitanga fica em cartaz até o próximo dia 29, com entrada franca!


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA