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Cultura

Oficina de Música de Curitiba oferece mais de 100 cursos até domingo

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A Oficina de Música de Curitiba segue até o próximo domingo, dia 18 de janeiro, e reúne uma programação variada com concertos, cursos e sessões de cinema. Essa é a edição de número 43 do evento, que celebra a diversidade musical na capital paranaense numa série de espetáculos, concertos, shows e, claro, oficinas de música. São mais de cem cursos entre música erudita e popular. Neste ano, o evento teve mais de 1.600 inscritos nas oficinas.

Segundo Marino Galvão Júnior, presidente da Fundação Cultural de Curitiba, que organiza o evento, a oficina tem origem nos festivais internacionais de música que aconteciam na capital paranaense na década de 60 e mantém o propósito de reunir profissionais da música de diversas partes do país e do mundo.

“É sempre um momento de muita troca de informações. A gente fica bastante impressionado como as pessoas se conectam, se conhecem, se conectam e aqui se encontram nesse período de janeiro, nesse período de férias, onde eles estariam de férias, mas estão aqui dispostos desse tempo de férias para passar o seu conhecimento e sua trajetória um pouco para esses alunos que para cá se dirigem. É uma festa muito grande, uma alegria muito grande a gente ver os alunos, sobretudo os mais jovens.”

Entre as atrações musicais estão o músico e compositor Francis Hime, que se apresenta nesta quinta-feira (15/1) no Teatro Guaíra. No sábado (17/1), a Banda Sinfônica apresenta um programa inteiramente dedicado aos Beatles. No domingo (18/1), o encerramento do evento traz a apresentação da ópera “O Morcego”, de Johann Strauss, no resultado da classe de ópera estúdio. De acordo com Marino Galvão Júnior, a montagem da ópera é uma oportunidade de vivência prática para os alunos.

“Um teatro com uma estrutura cênica, com uma orquestra e podendo estar ali como protagonista, por exemplo, de uma ópera como essa que nós estamos encenando. Então, a característica da oficina é exatamente isso, a experimentação e poder colocar as pessoas na prova, colocar as pessoas em situações, os alunos, os músicos, situações que eles vão viver profissionalmente ou que já vivem profissionalmente, mas que buscam qualificação e experiência”.

A Oficina de Música de Curitiba acontece em vários espaços da cidade, como teatros, parques, museus e igrejas. A maior parte das atividades são gratuitas e a programação completa pode ser conferida no site oficinademusica.curitiba.pr.gov.br.
 


Fonte: EBC Cultura

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Exposição em São Luís homenageia Mestre Bita do Barão de Guaré

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Uma referência da história recente das religiões de matriz africana no Brasil, o maranhense Mestre Bita do Barão de Guaré, falecido em 2019, ganha exposição, a partir desta sexta-feira (6), em São Luís, no Maranhão.

Neste Mês da Consciência Negra, o Museu Cafua das Mercês, que fica no centro histórico da capital maranhense, abre seus salões para uma imersão na história, nos saberes e nas tradições de uma das mais importantes manifestações da religiosidade e da cultura afro-brasileira, o Terecô, que teve como seu maior expoente Wilson Nonato de Sousa, o Mestre Bita do Barão.

A exposição “Terecô de Codó: o caminho de Mestre Bita do Barão entre tambores, encantados e ancestralidade” traz objetos, fotografias, documentos e outros registros da trajetória de Mestre Bita do Barão. Em paralelo, a mostra também apresenta ao público rituais, cantos, rezas e toques que consolidaram a tradição mantida viva por homens e mulheres do Terecô Tambor das Matas.

Terecô

A religião de matriz africana, surgida no interior do Maranhão, é muito praticada nos terreiros do interior do estado e tem a cidade de Codó como principal centro mantenedor da manifestação religiosa. Surgida no século 18, o Terecô tem elementos da Umbanda e do Tambor de Mina, entre outras religiões afro-brasileiras, além da influência do catolicismo.

Realizada pelo governo do Maranhão, pelo Museu Cafua das Mercês – Museu do Negro e pela Tenda Umbandista Rainha de Iemanjá, a exposição seguirá aberta aos visitantes até o dia 30 de março do ano que vem.


Fonte: EBC Cultura

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