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Cultura

São João de Campina Grande encerra com grandes shows

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O Maior São João do Mundo, em Campina Grande, na Paraíba, encerra, neste fim de semana, a programação da edição deste ano.

Nesta sexta-feira, o samba pede licença na terra do forró para o show em dose dupla de Martinho da Vila e Mart’nália, que fazem sua estreia no arraial da Rainha da Borborema.

Em seguida, se apresentam referências da música nordestina atual: as cantoras Taty Girl e Márcia Felipe e a banda Toca do Vale.

No sábado e no domingo estão previstos mais oito shows no Palco Principal, entre eles, Mano Walter, Silvânia & Berg, Rey Vaqueiro e Flávio José.

Durante o fim de semana, dezenas de quadrilhas de cidades paraibanas e de outros estados se apresentam no Quadrilhódromo e na Pirâmide.

Além disso, um dos destaques do sábado é o cortejo junino saindo do Obelisco, a partir das seis da tarde, com os tradicionais grupos Raízes, Caetés, Tropeiros da Borborema, Arius, Acauã da Serra e Cabroar.

Entre sexta e domingo, o Polo Galante, o Palco Petrobras, o Coreto e a Fachada da Catedral continuam com atrações artísticas e shows musicais.

Nas Ilhas Seus Vavá, Zé Bezerra e Zé Lagoa, os grupos de forró pé de serra mantêm a tradição musical que marca os festejos juninos.

Para quem quer levar um pouquinho da memória do festejo, a 30ª edição do Salão de Artesanato da Paraíba também continua em pleno funcionamento.


Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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