Cáceres
Escola Duque de Caxias promove ação de valorização da vida no Setembro Amarelo
Cáceres
Em alusão à campanha Setembro Amarelo, a Escola Municipal Duque de Caxias, com apoio da Secretaria Municipal de Educação (SME), vem desenvolvendo atividades pedagógicas voltadas à valorização da vida, à empatia, ao respeito e ao cuidado com o próximo.
As ações são trabalhadas de forma adequada à faixa etária dos estudantes e buscam estimular o diálogo, o acolhimento e a reflexão sobre a importância dos sentimentos e das relações humanas.
A programação teve início na própria unidade escolar, onde os alunos participaram de uma cantata realizada nas janelas da escola. A atividade abriu espaço para conversas e reflexões sobre o tema e preparou os estudantes para novas ações junto à comunidade.
Na sexta-feira, 18 de setembro, os alunos do 5º ano A, acompanhados pela professora Katiene Costa, pela ADI Marli Oliveira e pela equipe gestora, formada pela diretora Rosineide Luiz e pelo coordenador Gilson de Oliveira Carvalho, participaram de uma atividade especial fora do ambiente escolar.
A primeira apresentação aconteceu na Praça Major João Carlos. No local, os estudantes interpretaram a música “Raridade”, de Anderson Freire, despertando a atenção das pessoas que passavam pela região e pararam para prestigiar o momento preparado pelas crianças.
Em seguida, a turma esteve nas recepções do Hospital Regional Anexo II, onde levou mensagens de carinho, esperança e valorização da vida a profissionais, pacientes e familiares. Além da apresentação musical, as crianças entregaram pequenas lembranças, em um gesto de afeto e acolhimento.
Para a secretária municipal de Educação, Luciana Gattass Crepaldi, iniciativas como essa demonstram que a escola também exerce um papel fundamental na formação humana dos estudantes. “Educar também é ensinar a cuidar, respeitar, ouvir e perceber o outro. Quando nossas crianças vivenciam ações como essa, elas compreendem, na prática, valores que contribuem para a construção de uma sociedade mais humana, solidária e acolhedora”, destacou Luciana.
A assessora pedagógica Cristina Ribeiro ressaltou que a atividade ganha ainda mais significado por transformar o conteúdo trabalhado em sala de aula em uma experiência concreta de aprendizagem e convivência. “A ação pedagógica ultrapassa os muros da escola e permite que os estudantes sejam protagonistas do conhecimento. Eles não apenas refletem sobre empatia, respeito e valorização da vida, mas vivenciam esses valores e os compartilham com a comunidade”, afirmou Cristina.
Segundo a equipe escolar, a iniciativa teve como objetivo trabalhar valores essenciais para a formação integral dos estudantes, como empatia, solidariedade, respeito, escuta e cuidado com o outro.
A proposta também busca mostrar, desde a infância, que atitudes simples podem contribuir para tornar os ambientes mais acolhedores e fortalecer os vínculos entre as pessoas.
Para a Escola Municipal Duque de Caxias, abordar o tema de maneira responsável e dentro do contexto pedagógico é uma forma de incentivar as crianças a reconhecerem a importância do diálogo, da atenção aos sentimentos e do respeito ao próximo. “A ação integra a programação desenvolvida pela escola durante o mês de setembro amarelo” .
Cáceres
Alunos da Escola Municipal Dom Máximo vivenciam saberes e sabores da cultura cacerense em aula de campo na casa da Dona Regina
Estudantes dos 1º anos da Escola Municipal Dom Máximo Biennés participaram de uma aula de campo voltada ao conhecimento e à valorização da cultura local. A atividade levou as crianças até a casa de Dona Regina, conhecida pela produção tradicional do bolo de arroz, proporcionando um encontro entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e os saberes preservados pela comunidade.
A ação integra o Projeto Regiões do Brasil, desenvolvido pela escola. Dentro da proposta, as turmas dos primeiros anos estudam a Região Centro-Oeste, conhecendo suas características geográficas, culturais e tradições. Com a visita, esse aprendizado ganhou forma e sabor, aproximando os estudantes da história e da cultura presentes no próprio território onde vivem.
Participaram da atividade as turmas do 1º Ano A, da professora Marta Norberta; 1º Ano B, da professora Márcia Aparecida Destácio; 1º Ano C, da professora Nilma da Silva Oliveira; 1º Ano D, da professora Katiane Santana; e 1º Ano F, da professora Maria Luciana Rodrigues.
A diretora Ivoneide Assunção apoiou a realização da proposta e destacou a importância de proporcionar às crianças o contato direto com manifestações da cultura cacerense, que envolvem não apenas a culinária, mas também histórias familiares, memórias, modos de fazer e conhecimentos transmitidos entre gerações.
A experiência também está alinhada às ações de Educação Patrimonial desenvolvidas na Rede Municipal de Ensino, que reconhecem o território e os saberes da comunidade como importantes fontes de aprendizagem. Nessa perspectiva, o patrimônio vai além de prédios, monumentos e objetos históricos, estando presente também nas práticas, narrativas, conhecimentos e tradições preservadas pelas pessoas.
Durante a visita, Dona Regina compartilhou com as crianças a história de sua relação com o bolo de arroz. Ela contou que aprendeu os primeiros ensinamentos sobre o preparo da iguaria com a mãe e a avó, recordando o tempo em que, ainda muito jovem, ajudava a triturar o arroz no pilão.
O próprio ambiente onde a tradição continua sendo mantida se transformou em espaço de aprendizagem. O forno a lenha, as grandes panelas e assadeiras, o preparo dos bolinhos e as histórias contadas por Dona Regina mostraram às crianças que uma receita pode guardar muito mais do que ingredientes e técnicas culinárias: pode carregar memórias, relações familiares, modos de viver e a identidade de uma comunidade.
Para o assessor pedagógico da escola, professor Adson Seba, a experiência mostra as possibilidades de aprendizagem existentes quando a escola se aproxima do território. “A escola não precisa olhar para longe para encontrar conhecimentos importantes. Quando as crianças conhecem pessoas como Dona Regina e compreendem o que existe por trás de uma tradição como o bolo de arroz, elas começam também a reconhecer o valor da cultura do lugar onde vivem.”
O assessor pedagógico professor Lucas Mateus Faria Silva, que acompanha as ações de Educação Patrimonial da Rede, acrescentou que iniciativas como essa ampliam a compreensão das crianças sobre o conceito de patrimônio. “Educação Patrimonial também é reconhecer os saberes das pessoas que fazem a história da nossa cidade. O bolo de arroz envolve memória, trabalho, identidade e transmissão de conhecimentos.”
A aula de campo ampliou os conteúdos trabalhados anteriormente em sala de aula e aproximou os estudantes da cultura regional. Conforme registrado pelas professoras, mais do que aprender como o bolo de arroz é preparado, as crianças puderam compreender que cada receita também carrega histórias, memórias, trabalho, identidade e tradição.
A secretária municipal de Educação, Luciana de Souza Gattass Crepaldi, ressaltou que propostas dessa natureza reforçam o compromisso da Rede Municipal com a valorização dos conhecimentos construídos e preservados pela própria comunidade. “Valorizar os saberes locais é também reconhecer a nossa história e fortalecer o sentimento de pertencimento das crianças. Quando a escola aproxima os estudantes das pessoas, das memórias e das tradições de Cáceres, ela mostra que a comunidade também educa e que esses conhecimentos fazem parte do patrimônio que queremos preservar para as próximas gerações”, finalizou Luciana.
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