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Cultura

Inscrições para o Festival Maranhão na Tela terminam dia 20 de agosto

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Cultura

As inscrições para o Festival Maranhão na Tela podem ser feitas até o dia 20 de agosto. O evento será realizado em São Luís entre os dias 22 e 26 de setembro.

Depois de receber obras de todo o país em edições anteriores, o festival, que completa 19 anos em 2026, terá, neste ano, uma edição voltada exclusivamente para a Mostra Maranhão de Cinema e sem caráter competitivo.

O formulário de inscrição e o regulamento estão disponíveis no Instagram oficial do evento, @maranhaonatela.

Podem ser inscritos filmes e videoclipes produzidos no Maranhão. São aceitos curtas-metragens com até 25 minutos de duração e longas-metragens a partir de 60 minutos. Os gêneros são ficção, animação, experimental e documentário, além de videoclipes. Podem participar trabalhos finalizados em 2025 ou neste ano.

Todos os filmes e videoclipes inscritos de acordo com o regulamento serão exibidos. Quatro longas-metragens, 12 curtas-metragens e 16 videoclipes serão selecionados para a programação noturna.

As sessões serão seguidas de debates com as equipes das obras selecionadas. Os demais trabalhos serão exibidos conforme critérios definidos pela equipe de programação do festival.
 




Fonte: EBC Cultura

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Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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